23 de abril de 2011

Miniaturas do Estado



  Ética e cidadania são assuntos que devem ser ensinados desde o início da educação da criança. A família cabe o papel de ensinar o comportamento ético à criança, mas quando esta é filha de pessoas já marginalizadas pela sociedade? A escola também deve participar da construção da ética e cidadania dos pequenos cidadãos.
  A formação ética da criança deve se iniciar em seu lar. A família é o primeiro grupo social que a ela participa, e nela deve-se existir regras que devem ser cumpridas, pois se há elas é porque todos têm que ter limites.
  Há famílias que já estão marginalizadas pela sociedade, então as lições éticas que elas vão passar para seus sucessores, em sua maioria  não poderão ser muito exemplares, nesse caso deve ao Estado, por meio da escola, ensinar comportamentos éticos e morais à criança .
  Os primeiros anos escolares são, em geral, os primeiros contatos do pequeno cidadão com um grupo social diferente de sua família. Então neles devem também ser ensinadas as lições de convivência harmoniosa, introduções e pequenas lições de ética e como ser bons cidadãos. E na escola devem ter regras (leis), como se fosse uma miniatura do Estado, os infratores devem ser punidos, óbvio que de forma leve de acordo com a idade, assim a criança irá aprender que deve-se cumpri as regras (leis).
  As primeiras noções de ética são de responsabilidade familiar, respeito às regras de boa convivência em sociedade à escola. Cumprimento das regras e punição (relativa com a idade ) dos infratores devem ser de responsabilidade do Estado (em sua miniatura a escola ) e da família, talvez assim reverteremos essa situação representada na charge acima. " Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos", Pitágoras.


Itan Marinho

Em poucos dias, visita à China rende negociações de 20 acordos

Em poucos dias, a visita da presidente Dilma Rousseff à China já rendeu negociações de aproximadamente 20 acordos e investimentos entre Brasil e China superaram US$ 1,5 bilhão. A informação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.
“O total de investimentos chineses no Brasil e a previsão de novas exportações à China anunciados durante a visita da Presidenta confirmam o cenário favorável para essa relação estratégica que pretendemos estabelecer. Sabemos que o consumidor chinês demanda cada vez mais qualidade, e nós queremos ser, também, um parceiro tecnológico e inovador com a garantia de agregar maior valor aos nossos produtos e promover o crescimento da indústria brasileira”, afirmou o ministro Fernando Pimentel.
Como exemplos, Pimentel mencionou o investimento de US$ 300 milhões na cidade de Barreiras, na Bahia, para implantar uma fábrica de processamento de soja. Segundo ele, também foram negociados investimentos no valor de US$ 300 milhões em uma planta de produção de equipamentos de informação em Goiás.
Aviação – Entre os compromissos assinados destacam-se a venda de 35 aviões E190 da Embraer para empresas chinesas, assim como um acordo para produção do modelo Legacy 600 no país com a Corporação da Indústria de Aviação Chinesa (AVIC). Os valores da compra não foram revelados oficialmente, mas fontes da delegação brasileira afirmaram que o preço médio das aeronaves é de 40 milhões de dólares, o que resultaria numa negociação de 1,4 bilhão de dólares.
Telecomunicações – A empresa de equipamentos de telecomunicações chinesa Huawei anunciou a decisão de construir um centro de pesquisas no estado de São Paulo, com investimentos de entre 300 e 400 milhões de dólares, conforme declaraçaõ da presidente à imprensa no hotel em que está hospedada, e após um dia repleto de reuniões.
Informática – Já a montadora de produtos eletroeletrônicos Foxconn investirá nos próximos seis anos 12 bilhões de dólares numa nova unidade fabril brasileira, que ficará responsável pela produção do tablets da Apple, os iPads.
Ciência e inovação – Somente em tecnologia, ciência e inovação, o investimento chinês no Brasil como resultado dos acordos assinados em Pequim vai superar um bilhão de dólares, segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.
Outros acordos foram assinados nas áreas de petróleo, defesa, nanotecnologia, recursos hídricos, normas fitossanitárias, tecnologia agrícola e agricultura tropical, além de intercâmbios universitários e de tecnologia do bambu. Além disso, o governo chinês abriu seu mercado doméstico à carne de porco brasileira.

21 de abril de 2011

Chaga Histórica



  Como quase tudo na atualidade, o racismo, o preconceito e o xenofobismo têm raízes históricas. Os povos que outrora habitavam a região da Europa, em sua maioria, eram altamente xenofóbicos, o que se repetiu com o Nazismo no século passado. Em um planeta com tantas diferenças culturais é quase impossível viver em paz sem respeito às diferenças, sejam elas culturais,  raciais entre outras.
  Segundo a Unesco, a diversidade cultural é, para o gênero humano, tão necessária como a diversidade biológica na natureza. O magro não seria assim classificado se não houvesse o gordo. As diferenças são naturais sempre vão existir. O respeito a elas é muito importante para que exista uma boa convivência entre as pessoas .
  Um dos maiores exemplos de xenofobismo, preconceito e racismo foi o Nazismo. Adolf Hitler não aceitava as diferenças entre as pessoas. E acabou impulsionando um dos maiores conflitos da humanidade, aliás essa é quase sempre uma das causas de conflitos pelo mundo.
  "Mil aromas, cores, sabores, texturas, sons, encantam as pessoas no mundo todo". As diferenças tornam este mundo mais belo, e aceita-las não é uma questão que se resolva de uma hora para a outra. É algo que deve ser resolvido na educação das crianças. Estruturação familiar, educação, para que haja respeito talvez sejam remédios que cure uma das maiores chagas da humanidade .

Itan Alan Marinho de Oliveira

11 de abril de 2011

Tinta que detecta explosivos pode impedir ataques terroristas


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Créditos: Pixland/ ThinkStock
Um novo material em spray, que detecta e neutraliza explosivos comumente usados por terroristas, pode suspender as restrições do governo norte-americano a líquidos transportados a bordo de aviões comerciais.
O material é uma substância similar a uma tinta, feita de nanopartículas de óxido metálico. Elas mudam de cor, de azul escuro para amarelo claro ou transparente, na presença de explosivos à base de peróxidos. Esses explosivos foram utilizados por terroristas nos ataques ao metrô de Londres em 2005, e também pelo “homem-bomba do sapato”, que tentou detonar a substância a bordo de um avião em 2001.
“Esse material será usado em qualquer lugar onde haja explosivos implantados por terroristas, incluindo campos de batalha, aeroportos e metrôs. Salvará vidas”, afirmou o chefe do estudo, Dr. Allen Apblett, professor de química da Universidade Estadual de Oklahoma, durante uma apresentação de suas descobertas na Sociedade Química Americana.
Segundo Apblett, a propriedade de alteração de cor permite que o material aja como um sensor, detectando rapidamente os vapores produzidos por explosivos escondidos em roupas, alimentos e bebidas. A tinta contém partículas de um composto de molibdênio, um metal usado com frequência em peças de mísseis e aeronaves. 
Fitas de teste contendo a tinta poderiam ser mergulhadas em líquidos não-potáveis antes do embarque. Em bebidas, amostras podem ser retiradas pela inserção de um tubo capilar com o material, sem contaminar os líquidos; a reação química ocorreria no interior do tubo.
Aplebett e seus colegas fundaram a Xplosafe, uma empresa que desenvolve e comercializa a “tinta anti-explosivos”. Eles esperam que o produto seja aplicado em aeroportos no máximo um ano.

1 de abril de 2011

Dados de satélite mostram como a gravidade afeta a Terra

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Uma animação produzida pela equipe que trabalha com o satélite Goce, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), mostra como a força da gravidade varia na superfície da Terra.
Os dados fornecidos pelo satélite foram exagerados para criar as imagens, que são as mais precisas sobre o assunto até agora.
O modelo da Terra ilustra como a força que sentimos sob nossos pés não é a mesma em cada ponto to planeta.
Modelo da Terra criado com dados do satélite Goce
Dados sobre a gravidade podem ajudar a entender terremotos
A gravidade é mais forte nas áreas que aparecem pintadas de amarelo no globo, e diminui até chegar às áreas azuis.
Informação
Os cientistas europeus dizem que os dados coletados pelo satélite estão modificando a compreensão sobre a força de gravidade e como ela está influenciando alguns dos processos naturais mais importantes da Terra.
Eles fornecem, por exemplo, uma visão mais clara de como os oceanos se movem e como eles redistribuem o calor do Sol pelo mundo - uma informação crucial para os estudos climáticos.
Os pesquisadores de terremotos também estão utilizando dados do Goce. Os fortes tremores que atingiram o Japão, no início do mês de março, e o Chile, em 2010, ocorreram porque grandes massas de rocha se moveram de repente sob a terra.
O satélite pode dar uma visão tridimensional do que estava acontecendo na Terra naqueles momentos.
"Mesmo que os terremotos tenham sido resultado de grandes movimentos na Terra, na altitude do satélite os sinais eram muito pequenos. Mesmo assim, é possível vê-los nos dados", disse Johannes Bouman, pesquisador do Centro de Pesquisa Geodésico da Alemanha.
A reprodução do planeta que aparece na animação é o que os pesquisadores chamam de geóide. De acordo com os cientistas, o modelo é uma espécie de versão do que a força de gravidade faz com a Terra, já que o planeta não é uma esfera perfeita e sua massa não é distribuída igualitariamente.
Dados precisos
O Goce foi lançado em março de 2009. Ele percorre o planeta de polo a polo, a uma altitude de 254,9 quilômetros - a menor órbita de um satélite de pesquisa em operação hoje.
Três pares de blocos feitos de platina dentro de um instrumento sensível a acelerações da gravidade, permitem mapear diferenças quase imperceptíveis no "puxão" exercido pela massa do planeta de um lugar a outro - das grandes cadeias montanhosas até as maiores depressões oceânicas.
Segundo Rune Floberhagen, o chefe da missão do Goce na ESA, o sistema permitirá ter dados cada vez mais detalhados.
"Quanto mais dados tivermos, mais fácil será suprimir os erros", disse.
"Estamos obtendo informações completamente novas em áreas como o Himalaia, os Andes e particularmente a Antártida. Todo o continente (da Antártida) precisa muito de informação sobre a gravidade, que nós agora podemos dar."